Módulo 1 - Discutindo a práxis frente às crises do conhecimento científico
(Especialização Lato Sensu em Tecnologias e Novas Educações – FACED-UFBA )
A autora Vani Kenski em seu livro Tecnologias e Ensino Presencial e a Distância define tecnologia como "um conjunto de conhecimentos e princípios científicos que se aplicam ao planejamento, à construção e à utilização de um equipamento em um determinado tipo de atividade". E, ainda acrescenta que, para construírem qualquer equipamento - seja uma caneta esferográfica ou um computador -, os homens precisam pesquisa, planejar e criar tecnologias.
A história do homem com a máquina acontece há séculos. Houve várias discussões se a máquina substituiria o homem. Mas, na verdade, as tecnologias cooperam para um melhor desenvolvimento e desempenho humano na sua atividade diária, seja profissional ou pessoal. Com o uso das tecnologias, transforma-se a forma de pensar, agir, trabalhar, estudar e de ensinar. Debates e estudos mostram o enorme potencial das tecnologias na educação, na economia e política de um país.
A história do homem com a máquina acontece há séculos. Houve várias discussões se a máquina substituiria o homem. Mas, na verdade, as tecnologias cooperam para um melhor desenvolvimento e desempenho humano na sua atividade diária, seja profissional ou pessoal. Com o uso das tecnologias, transforma-se a forma de pensar, agir, trabalhar, estudar e de ensinar. Debates e estudos mostram o enorme potencial das tecnologias na educação, na economia e política de um país.
Estas mudanças diante da chegada das tecnologias “penetram nas mais diversas áreas de conhecimento, abrindo uma nova dimensão epistemológica para as Ciências Humanas e trazendo novas possibilidades para as práxis pedagógicas”, conforme afirma as autoras, Maria Antonieta, Maria Roseli e Norma Carapiá.
Mas, apesar do estupendo avanço tecnológico, na escola do século XXI deparamos com o uso das tecnologias como ferramentas, sem mudanças efetivas na sua prática pedagógica por parte da escola e dos educadores. O uso das tecnologias urge levar aos educandos novas formas de pensar, contribuindo para a construção de conhecimentos diante das informações, proporcionando-lhes uma formação cidadã mais humana e justa. Permitindo, desta forma, que este avanço tecnológico em sala de aula não apenas o “forme” leitor ou ouvinte, mas crítico e, finalmente, escritor das suas próprias idéias, construtor do seu próprio conhecimento. Além do mais, as tecnologias não devem, ou não deveriam, ser utilizadas apenas para uma formação impositiva ou diretiva, como formar para o mercado de trabalho.
Enfim, no texto As crises do conhecimento científico e a práxis pedagógica, as autoras propõe que a escola seja plural, um espaço diversificado, heterogêneo e democrático, assim “como múltiplas as propostas e as práxis pedagógicas, de acordo com a dinâmica das relações entre os sujeitos da educação e desses com o conhecimento a ser construído nesse processo”.
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